A conexão de Jude Bellingham com Harry Kane mudou o tom do ataque da Inglaterra contra o Panama, com o meio-campista criando uma grande chance para Kane, marcando após um escanteio que ele mesmo havia conquistado e depois dando a assistência para o segundo gol da Inglaterra.
O problema mais amplo para Thomas Tuchel é o equilíbrio. Kane continuou sendo o principal artilheiro da Inglaterra sob seu comando, mas a linha de passe na bola em movimento nem sempre veio das áreas mais criativas, com partidas anteriores mostrando um fornecimento limitado a partir das zonas de meio-campo ofensivo.
Os números da Opta citados na fonte ajudam a explicar por que a atuação contra o Panama se destacou: antes dessa partida, Bellingham raramente havia criado chances para Kane em grandes torneios, apesar do tempo que compartilharam em campo. Contra o Panama, seus passes levaram o maior total de assistências esperadas da Inglaterra entre todos os jogadores em um jogo da fase de grupos neste torneio.
Para a Inglaterra, a questão é saber se isso foi uma correção de uma única partida ou um padrão que Tuchel pode transformar em base de trabalho. Se os adversários se fecharem com bloco baixo, a equipe pode precisar tanto do timing de Bellingham entre as linhas quanto da finalização de Kane para fazer a posse de bola render.


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