Fabián Ruiz diz que já está em plena forma enquanto a Espanha se prepara para enfrentar a Áustria nas oitavas de final da Copa do Mundo. O meio-campista não começou como titular desde a estreia contra Cabo Verde, mas tratou a disputa por vagas como parte da força do elenco, e não como motivo de preocupação.
A Espanha deixou sua base em Chattanooga rumo a Los Angeles, com Dallas como possível destino seguinte se avançar. A mudança acontece em meio a debates externos sobre o ritmo da equipe, os problemas físicos nas alas e a forma como Luis de la Fuente deve equilibrar um grupo de meio-campo em que Pedri e Rodri têm sido presença constante, enquanto Fabián, Dani Olmo e Mikel Merino se alternam ao redor deles.
O retorno de Fabián ao melhor nível é um ponto central dessa história. Ele reconhece que recuperar a agilidade depois de uma ausência longa não foi fácil, mas diz que chegou à seleção depois de uma sequência de jogos em alto nível pelo Paris Saint-Germain e que agora se sente pronto para ajudar.
A questão mais ampla para a Espanha é tanto tática quanto individual. Escalar Fabián pode levar a equipe a uma estrutura diferente no meio-campo, mas a mensagem dele é que a identidade precisa continuar coletiva: quem começar jogando, os meio-campistas devem sustentar a mesma ideia e apoiar uns aos outros.


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