O inquérito sobre a morte de Maddy Cusack ouviu a mãe dela dizer que acreditava que jogadoras do futebol feminino podem ter medo de apresentar queixas, enquanto o tribunal também examinou a perda de registros médicos sensíveis ligados a jogadoras do Sheffield United, incluindo Cusack.
Deborah Cusack disse ao Chesterfield coroner’s court que a filha se sentia incapaz de falar abertamente com figuras de liderança no Sheffield United e criticou entidades do futebol por não fazerem mais visitas de acompanhamento às jogadoras. O depoimento incluiu acusações graves sobre o impacto da nomeação de Jonathan Morgan como treinador; essas alegações continuam sob análise em um processo de inquérito em andamento, e Morgan deve prestar depoimento.
A audiência também se concentrou na governança médica. Subhashis Basu, médico do Sheffield United na época, disse ao tribunal que os registros das jogadoras foram afetados durante a mudança entre sistemas eletrônicos e admitiu que o problema não foi comunicado de forma adequada. O tribunal ouviu que parte das anotações médicas de Cusack, relativas a um período contestado em torno da escolha do time, não pôde ser localizada.
Houve depoimentos conflitantes sobre se Cusack havia pedido encaminhamento para aconselhamento pouco antes de morrer, com a mãe dela e o Dr. Basu apresentando versões diferentes. Para editores e leitores, o caso levanta questões mais amplas sobre bem-estar das atletas, canais de denúncia, controle de dados médicos e como as instituições do futebol feminino reagem quando preocupações são levadas à tona.


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