A McLaren tem três pilotos chamadas Ella em seu Driver Development Programme: Ella Häkkinen, Ella Lloyd e Ella Stevens. Lloyd e Stevens correm na F1 Academy, enquanto Häkkinen, de 15 anos, está mais no início da escalada depois de ter entrado no programa no ano passado.
Os caminhos delas até o automobilismo são bem diferentes. Häkkinen carrega um sobrenome conhecido por ser filha do bicampeão mundial de F1 Mika Häkkinen, mas sua própria história passa pelo kart, pelo incentivo da família e por andar a cavalo longe das pistas. Lloyd, de Pontypridd, vem de uma base no hipismo e no esqui, e levou sua identidade galesa para a imagem nas corridas com um dragão no capacete.
Lloyd já vem ganhando impulso na F1 Academy, depois de ser eleita Rookie of the Year na temporada passada e conquistar sua primeira vitória na categoria na Arábia Saudita no ano passado. Stevens, que começou a correr aos seis anos, descreve a passagem para a McLaren e para a F1 Academy como um salto importante em visibilidade e oportunidade.
Além do primeiro nome em comum, o trio reflete a tentativa da McLaren de desenvolver jovens talentos femininos em diferentes etapas da formação no automobilismo. A trajetória delas também reforça uma questão mais ampla para a F1: até que ponto programas de base, a exposição da F1 Academy e tempo real de pista conseguem transformar promessa em oportunidade concreta no nível mais alto?


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