O México entrou em campo contra a Tchéquia já classificado para as oitavas de final e confirmado como líder do grupo. A missão dos tchecos era bem mais estreita: vencer a partida e torcer para que os outros resultados abríssem caminho.
Com a vaga no mata-mata garantida, o México fez quatro mudanças e alterou sua formação para este jogo. A escalação mexicana foi: Raul Rangel, Jorge Sanchez, Cesar Montes, Edson Alvarez, Israel Reyes, Mateo Chavez, Luis Romo, Gilberto Mora, Julian Quinones, Guillermo Martinez e Roberto Alvarado. A Tchéquia veio com: Matej Kovar, Tomas Holes, Robin Hranac, Vladimir Coufal, Ladislav Krejci, David Doudera, Lukas Cerv, Michal Sadilek, Adam Hlozek, Pavel Sulc e Denis Visinsky.
No início, o México atuou de branco no Estádio Azteca, uma escolha ligada ao contraste com o vermelho usado pela Tchéquia. O ambiente no estádio reforçou o peso simbólico do palco, que não voltará a receber jogos de Copa do Mundo depois das oitavas de final.
Nos primeiros minutos, Denis Višinský apareceu bastante. Aos 14, ele arriscou de longe, mas mandou por cima e para fora. Aos 27, voltou a criar uma jogada importante dentro da área; o chute foi desviado, e a transmissão o apontou como o melhor jogador da Tchéquia até ali. Aos 37, Israel Reyes tentou uma bicicleta em uma bola que a defesa tcheca não conseguiu afastar, mas finalizou para fora.
Antes do jogo, o texto também lembrava a situação do grupo: o México já tinha garantido a classificação em primeiro lugar após vencer a Coreia do Sul. O Brasil terminou na liderança de sua chave ao bater a Escócia, enquanto o Marrocos ficou em segundo depois de superar o Haiti. Na lógica do torneio, isso significa que, se o México avançar como líder, enfrentará um terceiro colocado dos grupos C, E, F, H ou I.
A Tchéquia ainda precisava de uma combinação favorável para seguir adiante. Além de vencer o México, dependeria de outros resultados e de terminar à frente de rivais diretos nos critérios de desempate. Sul-coreanos e sul-africanos também estavam no pacote de contas do grupo, com cenários separados para classificação em caso de vitória, empate ou combinação de placares.
Houve ainda espaço para um episódio curioso fora das quatro linhas: o texto citou a história de Merlín, o pato que havia conseguido acesso ao entorno do estádio para uma gravação, mas que não pôde permanecer para a partida por causa das regras da FIFA sobre a entrada de animais nos estádios.
O material também retomou um contexto mais amplo sobre o futebol mexicano, incluindo o caso de racismo sofrido por Julián Quiñones em 2024 e o fato de ele ter marcado o primeiro gol do México nesta Copa do Mundo, em 11 de junho. A cobertura destaca como o mesmo ambiente que já o hostilizou o celebrou depois como símbolo nacional.


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