Mason Mount surgiu como uma resposta interna plausível para a dúvida do Manchester United no meio-campo depois de começar a pré-temporada em bom nível ao lado do recém-chegado Andrey Santos. A amostra ainda é pequena, mas seu papel deu a Michael Carrick mais uma alternativa antes do fechamento da janela.
O United já trouxe Santos e Youri Tielemans por um custo conjunto estimado em £83 milhões, enquanto Manuel Ugarte deve ficar fora por um longo período por causa de uma lesão no joelho e Casemiro saiu após o fim do contrato. Esse cenário mantém viva a atenção sobre possíveis novos movimentos no setor, incluindo os nomes de Alex Scott, Tyler Adams, Manu Kone e Aurelien Tchouameni.
O argumento a favor de Mount passa pelo equilíbrio. Santos tem atuado mais recuado, o que permitiu a Mount assumir mais responsabilidade na progressão e na pressão nas partidas iniciais contra o Wrexham e o Rosenborg. A vitória por 5 a 0 em Trondheim, na qual Shea Lacey marcou o primeiro gol, também teve Mount por alguns minutos com a braçadeira de capitão depois da saída de Harry Maguire.
A pergunta maior é se dois amistosos de verão bastam para mudar os planos de recrutamento. A trajetória de Mount no United já teve interrupções por lesão, mas, com contrato até 2028 e a volta à Liga dos Campeões elevando a carga de jogos, sua versatilidade e liderança podem ganhar peso se Carrick decidir que a solução para o meio-campo já está no elenco.


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