Neymar voltou a atuar pelo Brasil como substituto na vitória sobre a Escócia, encerrando uma ausência de quase três anos da seleção. Ele jogou cerca de 20 minutos, somou 24 toques na bola e finalizou uma vez no alvo, enquanto o Brasil assegurava a liderança do Grupo C.
A partida já havia sido praticamente definida antes de sua entrada, com Vinicius Jnr marcando duas vezes no primeiro tempo e Matheus Cunha também deixando o dele. Neymar entrou no lugar de Cunha no fim, transformando o que já era uma atuação confortável da equipe brasileira em um grande momento de emoção para o público em Miami.
Seu retorno ganha peso extra porque uma lesão no ligamento cruzado anterior e no menisco, sofrida em outubro de 2023, o afastou da convocação por um período prolongado. Agora com 34 anos, ele volta a um Brasil que já tem novos protagonistas no ataque, mas que ainda busca a autoridade em torneios associada ao seu passado.
Carlo Ancelotti tratou o retorno de Neymar como uma recompensa pelo trabalho feito na recuperação e indicou que ele ainda pode oferecer qualidades de que o Brasil talvez precise durante a Copa do Mundo. Para os editores e torcedores, a pergunta maior é até onde esse papel pode crescer: entrada pontual, opção específica ou algo mais central se a campanha do Brasil avançar?


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