Scottie Scheffler saiu publicamente em defesa de Bryson DeChambeau e disse que não o vê como trapaceiro após o lance de regra que dominou as conversas sobre o The Open. DeChambeau recebeu uma penalidade de duas tacadas depois que os oficiais concluíram que ele havia melhorado o caminho do swing ao achatar o rough atrás da bola no quinto buraco, durante a segunda rodada de sexta-feira.
A posição do R&A foi a de que a ação foi acidental, mas ainda assim infringiu as regras. O diretor-executivo da entidade, Mark Darbon, classificou a penalidade como uma decisão direta do ponto de vista das regras, o que fez a volta de 66 tacadas de DeChambeau na segunda rodada parecer menos valiosa no cenário do campeonato do que parecia inicialmente.
DeChambeau, que segundo o relato da fonte não falou com a imprensa durante a semana, terminou o fim de semana com voltas de 69 e 72 e ficou seis tacadas atrás do campeão Ryan Fox. O episódio também provocou uma reação mais dura de Rory McIlroy, que disse que DeChambeau havia melhorado a linha do backswing e criticou o efeito do caso sobre o torneio.
A intervenção de Scheffler tem peso porque ele estava jogando com DeChambeau quando o incidente aconteceu e tratou a situação como descuido, não intenção. Para o golfe, o debate agora está na interseção entre autopoliciamento, revisão por vídeo e até que ponto a intenção deve importar quando uma infração muda a narrativa de um major.


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