A França é a número 1 no mais recente ranking de poder da Copa do Mundo de 2026, com os seis jurados colocando a equipe acima do restante do campo. A Espanha sobe para a segunda posição, a Argentina aparece em terceiro, enquanto México e Marrocos fazem avanços importantes e entram no top 5.
O ranking apresenta a França como a referência mais clara no momento, impulsionada pela ameaça ofensiva de Kylian Mbappé e Michael Olise. A subida da Espanha está ligada a uma fase mais aguda, ao progresso de Lamine Yamal e à série sem sofrer gols de Unai Simón até este ponto do torneio.
A Argentina continua invicta na competição segundo a fonte, mas o desgaste de uma partida na prorrogação contra Cabo Verde é tratado como uma possível preocupação antes do confronto com o Egito. A ascensão do México é apresentada em torno do impulso jogando em casa e do impacto de Gilberto Mora, enquanto a resistência do Marrocos após um empate tardio e uma vitória nos pênaltis sobre a Holanda o leva ao quinto lugar.
Mais abaixo, o Brasil aparece em sexto após uma atuação irregular contra o Japão, a Noruega sobe para sétimo depois do gol decisivo de Erling Haaland contra a Costa do Marfim, e a Inglaterra segue em oitavo apesar de ter avançado diante da RD Congo. A fonte também destaca os EUA em nono após a expulsão de Folarin Balogun, a Colômbia em décimo e a vitória dramática do Paraguai nos pênaltis sobre a Alemanha como um dos grandes choques do ranking.
Como se trata de um ranking editorial, a ordem deve ser lida como uma fotografia do momento e da percepção de força, e não como uma medida objetiva da qualidade no torneio. Para a redação, o principal ponto de debate é se a França realmente está se separando do restante do grupo ou se Espanha, Argentina, México ou Marrocos já mostraram o suficiente para contestar essa leitura.


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