Noni Madueke alertou que a Inglaterra não pode tratar a República Democrática do Congo como um adversário simples no duelo das oitavas de final em Atlanta. O atacante inglês espera um jogo exigente e quer uma atuação ofensiva mais limpa do que a vista no empate sem gols com Gana.
A preocupação para a Inglaterra é conhecida: adversários fechados, com pouco espaço e buscando os contra-ataques. A RDC deve apresentar um desafio tático parecido, e o elenco conta com jogadores que atuam na Premier League, como Yoane Wissa e Noah Sidiki, o que dá mais um motivo para a equipe entrar com cautela.
A própria função de Madueke também faz parte do quadro de escolhas. Ele começou como titular contra Croácia e Gana, enquanto Bukayo Saka entrou no triunfo sobre o Panamá e é esperado que continue do lado direito do ataque. Madueke descreveu essa disputa como uma pressão positiva, tanto no Arsenal quanto na seleção inglesa.
A Inglaterra também treinou pênaltis, e Madueke destacou tanto o lado mental quanto os detalhes técnicos das cobranças. Em um jogo eliminatório em que a margem de erro pode diminuir rapidamente, o desafio da Inglaterra não é apenas controlar a partida, mas também estar pronta caso ela vá além do tempo normal.


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