Oxfordshire se tornou uma das bases de apoio mais importantes da Fórmula 1, com quatro das 11 equipes da categoria tendo instalações no condado e a atividade local de automobilismo estimada em mais de £750 milhões por ano. A influência da região vai de fábricas da F1 a fornecedores, educação e empresas de novas tecnologias.
A Williams é um dos exemplos mais claros desse crescimento. A equipe começou em Didcot depois de ser fundada por Sir Frank Williams e Sir Patrick Head em 1977, construiu uma trajetória vitoriosa e hoje opera em Grove com cerca de 1.200 funcionários diretos, segundo a fonte fornecida.
A base da Alpine em Enstone acrescenta outra camada à história da F1 no condado, com o local ligado a fases anteriores da Benetton e da Renault. Além das equipes atuais de F1, Prodrive em Banbury, Jaguar Formula E em Kidlington e empresas especializadas em tecnologia mostram como a rede local alcança rally, endurance, competição elétrica e combustíveis alternativos.
A grande questão é o quanto essa concentração pode se manter. Os números citados na fonte estimam entre 10.000 e 15.000 empregos ligados ao automobilismo em Oxfordshire, enquanto o diretor-gerente de Silverstone situa o setor mais amplo entre 40.000 e 50.000 vagas. Com a Oxford Brookes University e programas de bolsas alimentando uma nova geração de talentos, o futuro do condado talvez dependa tanto de qualificação e inclusão quanto da atenção concentrada na semana de corrida.


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