A Inglaterra venceu o México por 3 a 2 no Estádio Azteca, com Jude Bellingham marcando duas vezes e Harry Kane convertendo um pênalti aos 60 minutos. Depois, Bellingham descreveu a vitória como a noite mais orgulhosa e o melhor momento de sua carreira pela Inglaterra até aqui.
O resultado teve peso extra porque a Inglaterra jogou boa parte do segundo tempo com 10 jogadores após a expulsão de Jarell Quansah. O México contou com forte apoio da torcida, a partida sofreu atraso por causa do clima e o histórico do estádio sempre o colocou entre os palcos mais difíceis para visitantes no futebol internacional.
Bellingham tratou a atuação como um momento nacional, e não apenas individual, pedindo que os torcedores em casa aproveitassem o resultado depois de a partida terminar na madrugada no horário do Reino Unido. Ele também relacionou o cenário à dor histórica da Inglaterra em 1986 contra a Argentina, observando que seus gols saíram no mesmo lado do campo associado às famosas duas conclusões de Diego Maradona.
Para a Inglaterra, o resultado pode valer mais do que a vitória em si: ele oferece ao grupo um ponto de referência de resistência sob pressão. A pergunta editorial agora é se este foi apenas um pico emocional isolado ou o tipo de partida que muda a forma como o elenco enxerga a própria equipe.


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