A vitória da Inglaterra por 3 a 2 sobre o México teve três revisões decisivas do VAR: Jarell Quansah foi expulso após revisão, o pênalti da Inglaterra foi confirmado e, depois, o México recebeu uma cobrança de pênalti após a decisão inicial de não marcar uma falta sobre Harry Kane ser revertida.
A primeira intervenção importante aconteceu por volta dos 54 minutos, quando o árbitro Alireza Faghani foi ao monitor à beira do campo para rever a entrada de Quansah sobre Jesús Gallardo. A análise da ESPN, assinada pelo ex-árbitro Andy Davies, considerou a expulsão correta porque o lance teve contato alto e força significativa.
Quatro minutos depois, Anthony Gordon conquistou um pênalti após sofrer contato do goleiro mexicano Raúl Rangel dentro da área. O VAR Nicolás Gallo Barragán checou o lance e manteve a decisão tomada em campo; a análise também observou que não havia motivo para punição adicional a Rangel, já que o toque de Gordon levou a bola para longe do gol.
O momento mais discutível veio por volta dos 68 minutos, quando Kane tentou afastar a bola dentro da área da Inglaterra e acabou tocando a chuteira de Brian Gutiérrez em vez de jogar a bola. A análise da fonte descreveu a marcação final do pênalti para o México como severa sob a ótica da Inglaterra, mas ainda assim difícil de ser ignorada pelo VAR depois da revisão das imagens.


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